Estamos em meio ao outono, o vento começa a soprar mais forte, as árvores se amedrontam, as folhas começam a perde a vida, ter uma cor mais pálida, uma cor laranja, e aos poucos começam a desabar, sendo arrastadas pelo vento. Se pensarmos bem, lembranças são como folhas de uma árvore no outono. Num outono que ainda não mostrou seus efeitos. As folhas carregam as lembranças de outros outonos, de árvores de outras regiões, de ventos diferentes, carregados de magníficas lembranças. Mas onde esta o tal de outono, as árvores ainda estão cheias de folhas, e em grande maioria verdes. O vento ainda não é significativo. As lembranças ainda são muito presentes, intensas e sofridas. Mas mesmo sem outono estamos no outono, uma por uma as folhas vão caindo, cada dia que passa a árvore vai se acostumando e praticando a paciência, a arte da espera, a tal arte que o sol tanto conhece, quando escondido pelas nuvens, fica a esperar, sabendo que mesmo não aparecendo continua o mesmo, e com o tempo, as nuvens saem da frente e ele volta a aparecer, e mostrar seu brilho e esplendor para todos.
Tudo vai e vem, tudo ao seu tempo, assim que é o vento, arrasta as velhas folhas, as devolve para o sul. E a árvore entende e sabe esperar, pelos ventos quentes do norte, que trazem suas folhas de volta na primavera. Folhas de esperança, sim se o verde é esperança, e se o que mais aparece numa árvore é o lindo verde de suas folhas vivas, logo folhas e esperança tem tudo haver, um conjunto complexo e de fatos, que traz um grande significado. Verde, folha, outono, esperança, se misturar isso tudo e o que se tem... Nada mais nada menos que uma grande oportunidade de recomeçar, um início em meio ao fim.
Nesse momento, árvores de outros lugares, lugares onde passamos, onde deixamos um pouco de nos. Sim fazemos parte de tudo, pois toda sombra que utilizamos para nos proteger do sol escaldante, foi por alguma árvore, pelas suas folhas, que hoje pouco a pouco estão caindo, não só na nossa esquina, mais por todas os lugares onde andamos, passamos, deitamos. Essas folhas carregam nossa história, e estão caindo, sendo varridas pelo vento, para novas folhas poderem nascer, para poderem proporcionar sombra para novas pessoas em novas situações E elas, as folhas, ficam lá do alto apenas observando o início meio e fim, das ilusões, desilusões e realidades humanas.
Na rodoviária chega um desconhecido na cidade.
Do alto do prédio,
Sopra o vento,
Cai a neblina.
Sorrisos e abraços acontecem por todo lado,
Uma noite com muitas nuvens e uma bela lua,
Que aos poucos mostra seu esplendor.
Cai a fina chuva sobre a cidade.
É mais uma noite de outono,
Noite fria,
Ainda mais com a chuva que cai.
Lua? Que lua, chuva que chuva? Frio?
Era outono e a única coisa que existia era calor.
Tudo vai e vem, tudo ao seu tempo, assim que é o vento, arrasta as velhas folhas, as devolve para o sul. E a árvore entende e sabe esperar, pelos ventos quentes do norte, que trazem suas folhas de volta na primavera. Folhas de esperança, sim se o verde é esperança, e se o que mais aparece numa árvore é o lindo verde de suas folhas vivas, logo folhas e esperança tem tudo haver, um conjunto complexo e de fatos, que traz um grande significado. Verde, folha, outono, esperança, se misturar isso tudo e o que se tem... Nada mais nada menos que uma grande oportunidade de recomeçar, um início em meio ao fim.
Nesse momento, árvores de outros lugares, lugares onde passamos, onde deixamos um pouco de nos. Sim fazemos parte de tudo, pois toda sombra que utilizamos para nos proteger do sol escaldante, foi por alguma árvore, pelas suas folhas, que hoje pouco a pouco estão caindo, não só na nossa esquina, mais por todas os lugares onde andamos, passamos, deitamos. Essas folhas carregam nossa história, e estão caindo, sendo varridas pelo vento, para novas folhas poderem nascer, para poderem proporcionar sombra para novas pessoas em novas situações E elas, as folhas, ficam lá do alto apenas observando o início meio e fim, das ilusões, desilusões e realidades humanas.
Na rodoviária chega um desconhecido na cidade.
Do alto do prédio,
Sopra o vento,
Cai a neblina.
Sorrisos e abraços acontecem por todo lado,
Uma noite com muitas nuvens e uma bela lua,
Que aos poucos mostra seu esplendor.
Cai a fina chuva sobre a cidade.
É mais uma noite de outono,
Noite fria,
Ainda mais com a chuva que cai.
Lua? Que lua, chuva que chuva? Frio?
Era outono e a única coisa que existia era calor.
"O amor muda como as folhas das árvores no outono."(Emily Bronte)